Nariz da Europa, cujo rosto é Portugal, como afirma Fernando Pessoa, Sintra e seu promontório foram durante milénios a fronteira entre o mundo conhecido e o mar desconhecido.
Foi nesse cenário que arquitecto e proprietário comungaram de uma mesma filosofia e sentido estético, e implantaram no início do século passado um fabuloso conjunto de criações artísticas que é a Regaleira.
A paisagem, o passado histórico e o espírito do lugar tiveram um papel proeminente, deixando que a mensagem implícita nas construções da casa e dos jardins só fizessem sentido por estarem implantadas aqui.
